A todos os amigos, reais ou virtuais, a todos os frequentadores deste espaço, uma otima virada de ano, um 2011 cheio de conquistas, de alegria, de saúde, de paz !
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor."
Amyr Klink
domingo, 26 de dezembro de 2010
BOAS FESTAS E FELIZ 2011 A TODOS !!!
Chegamos ao final de mais um ano. Hora de zerar o contador, deixar os percalços e os "tombos" de 2010 para trás e saudar o novo tempo que se inicia !
A todos os amigos, reais ou virtuais, a todos os frequentadores deste espaço, uma otima virada de ano, um 2011 cheio de conquistas, de alegria, de saúde, de paz !

A todos os amigos, reais ou virtuais, a todos os frequentadores deste espaço, uma otima virada de ano, um 2011 cheio de conquistas, de alegria, de saúde, de paz !
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
NOVA ROMA DO SUL
O pequeno município de Nova Roma do Sul está localizado na região dos vinhedos da Serra Gaucha, a 155km de Porto Alegre, com acesso pela RS-448 a partir de Farroupilha.
As origens de Nova Roma:
Cercado pelos Rios das Antas e da Prata, com vales profundos, as terras de Nova Roma, passaram a ser colonizadas a partir de 1880 por imigrantes poloneses, suecos, e russos. Em 1888 iniciou a vinda de italianos que em alguns anos passaram a formar a maioria da população.
O território do atual município de Nova Roma do Sul pertenceu ao município de Antônio Prado durante mais de um século. A comissão de colonização dividiu-o em oito linhas onde se estruturaram 14 comunidades, cada qual com sua capela.
Castro Alves foi a primeira e durante algum tempo parecia tornar-se a sede das oito linhas. Mas o povoado de Nova Treviso, na Linha Blessmann, passou a ser a nova sede, a partir de 1894, originando, com isso, inúmeras rivalidades entre os dois povoados.Em 06 de janeiro de 1899, o padre Alessandro Pelegrini, com autorização do governo, estabeleceu-se entre Castro Alves e Nova Treviso, na Linha Carlos Leopoldo, dando início ao povoado de Nova Roma, em homenagem a capital da Itália, Roma.
Em alguns anos o pequeno povoado tornou-se vila e em 19 de janeiro de 1923 passou a ser segundo distrito de Antônio Prado. Após várias tentativas, já a partir de 1960, Nova Roma conseguiu sua emancipação política em 30 de novembro de 1987 e no dia 1º de janeiro de 1989, iniciou sua primeira administração municipal.
Nova Roma, junto com outros cinco municípios da região faz parte do “VALES DA SERRA”, tendo como principais atrativos, suas belezas naturais como o Cachoeirão, no Rio das Antas, cascatas, grutas, uma rica flora e fauna, belezas que podem ser observadas através de mirantes. Os rios e vales propiciam a prática de esportes radicais, como o rafting, a tirolesa, o pêndulo e trilhas ecológicas.
Fonte: site da prefeitura de Nova Roma - http://www.novaromadosul.rs.gov.br/
No meio do caminho em plena RS-448 está localizada uma das grandes atrações de um passeio a Nova Roma, que é a “Ponte de Ferro” sobre o Rio das Antas, construída no final da década de 20 e demarcando o limite entre os municípios de Nova Roma e Farroupilha.
Nova Roma faz divisa com o igualmente interessante município de Nova Pádua e também pode fazer parte de um caminho alternativo, por estradas de chão cruzando regiões do interior do municipio, para se chegar a Antonio Prado.
A região é bastante conhecida e procurada pelos praticantes de rafting e canoagem e possui uma excelente estrutura de recepção aos aventureiros, que encontram além do tradicional rafting no Rio das Antas, outras atrações como rappel, tirolesa, arvorismo etc. . Aos aventureiros, no site http://www.ciaaventura.com.br/ todas as informações necessárias para programar a aventura e curtir um dia de contato intenso com a natureza e muita adrenalina.
Já na sede do município a atração é a arquitetura típica da colonização italiana, ainda presentes em algumas (poucas) construções na avenida principal da cidade. Entre elas certamente a mais bonita é o casarão que atualmente abriga a biblioteca municipal.

Para aqueles que tiverem disposição de encarar um pequeno trecho de 6km de estrada de terra íngreme e estreita mas em boas condições, vale a visita ao mirante da Barragem da Usina Castro Alves, no acesso à Nova Pádua.
Mais 2km em frente pela mesma estrada, e chega-se a outra grande atração natural da região, o “Cachoeirão do Rio das Antas”, que também é o ponto de partida do rafting realizado neste rio.
No site da prefeitura da cidade, maiores informações e detalhes aos interessados em conhecer esta pequena cidade no alto da serra gaucha:
http://www.novaromadosul.rs.gov.br/
As origens de Nova Roma:
Cercado pelos Rios das Antas e da Prata, com vales profundos, as terras de Nova Roma, passaram a ser colonizadas a partir de 1880 por imigrantes poloneses, suecos, e russos. Em 1888 iniciou a vinda de italianos que em alguns anos passaram a formar a maioria da população.
O território do atual município de Nova Roma do Sul pertenceu ao município de Antônio Prado durante mais de um século. A comissão de colonização dividiu-o em oito linhas onde se estruturaram 14 comunidades, cada qual com sua capela.
Castro Alves foi a primeira e durante algum tempo parecia tornar-se a sede das oito linhas. Mas o povoado de Nova Treviso, na Linha Blessmann, passou a ser a nova sede, a partir de 1894, originando, com isso, inúmeras rivalidades entre os dois povoados.Em 06 de janeiro de 1899, o padre Alessandro Pelegrini, com autorização do governo, estabeleceu-se entre Castro Alves e Nova Treviso, na Linha Carlos Leopoldo, dando início ao povoado de Nova Roma, em homenagem a capital da Itália, Roma.
Em alguns anos o pequeno povoado tornou-se vila e em 19 de janeiro de 1923 passou a ser segundo distrito de Antônio Prado. Após várias tentativas, já a partir de 1960, Nova Roma conseguiu sua emancipação política em 30 de novembro de 1987 e no dia 1º de janeiro de 1989, iniciou sua primeira administração municipal.
Nova Roma, junto com outros cinco municípios da região faz parte do “VALES DA SERRA”, tendo como principais atrativos, suas belezas naturais como o Cachoeirão, no Rio das Antas, cascatas, grutas, uma rica flora e fauna, belezas que podem ser observadas através de mirantes. Os rios e vales propiciam a prática de esportes radicais, como o rafting, a tirolesa, o pêndulo e trilhas ecológicas.
Fonte: site da prefeitura de Nova Roma - http://www.novaromadosul.rs.gov.br/
No meio do caminho em plena RS-448 está localizada uma das grandes atrações de um passeio a Nova Roma, que é a “Ponte de Ferro” sobre o Rio das Antas, construída no final da década de 20 e demarcando o limite entre os municípios de Nova Roma e Farroupilha.
Nova Roma faz divisa com o igualmente interessante município de Nova Pádua e também pode fazer parte de um caminho alternativo, por estradas de chão cruzando regiões do interior do municipio, para se chegar a Antonio Prado.A região é bastante conhecida e procurada pelos praticantes de rafting e canoagem e possui uma excelente estrutura de recepção aos aventureiros, que encontram além do tradicional rafting no Rio das Antas, outras atrações como rappel, tirolesa, arvorismo etc. . Aos aventureiros, no site http://www.ciaaventura.com.br/ todas as informações necessárias para programar a aventura e curtir um dia de contato intenso com a natureza e muita adrenalina.
http://www.novaromadosul.rs.gov.br/
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
ESTRADA ROTA DO SOL , RS 453
O verão está chegando, e neste post vou deixar uma dica de caminho para o litoral que já é bem conhecida pela turma da serra gaucha mas pouco utilizada por quem parte da região de Porto Alegre em direção às praias mais ao norte do nosso litoral ou ainda para Santa Catarina: a rodovia RS 453 ou “ROTA DO SOL” como é mais conhecida. É uma das estradas mais impressionantes que conheço e aqui no estado não possui paralelo com nenhuma outra estrada, tal é a beleza e imponência do seu conjunto de túneis e viadutos.
O caminho para o litoral via Rota do Sol é uma opção para quem não tem pressa de chegar e quer se permitir fugir da rotina do transito pesado da BR-290 “Free-Way” para conhecer novas paisagens, e se deliciar com o ar puro da serra.
É um trajeto para ser feito sem pressa, saindo de Porto Alegre em direção à RS-020 passando por Taquara, São Francisco de Paula e seguindo em direção a Cambara do Sul, até o entroncamento com a Rota do Sol na localidade de Tainhas. Este trajeto acrescenta em torno de 60km na distancia entre Porto Alegre e Torres, mas para quem estiver disposto a fazer este passeio, isso é o que menos importa.
A Rota do Sol está completamente asfaltada, e o que é melhor, asfalto novo, boa sinalização, e muitas bancas, restaurantes e cafés ao longo do caminho convidando o viajante a uma paradinha para descanso.Uma opção imperdível neste sentido fica já no entroncamento da RS-020 com a Rota do Sol, que é o restaurante Café Tainhas. Impossível passar ali e não parar para experimentar o pastel de queijo serrano quentinho, frito na hora, acompanhado de uma saborosa xícara de café com leite.
Atravessando inicialmente uma região de campos limpos, com paisagens típicas dos Campos de Cima da Serra, logo chegamos à grande atração da Rota do Sol que são o conjunto de túneis e viadutos construídos para a transposição da Serra do Pinto. Sem duvida uma obra fantástica de engenharia que levou anos para ser executada cortando montanhas e vencendo ribanceiras para garantir uma ligação pavimentada entre a serra e o litoral gaúcho.
Obviamente devia ser muito mais emocionante e divertido antes do asfaltamento, na antiga estradinha de terra e pedras que em alguns trechos ainda é possível ser avistada ao lado da rodovia, mas o asfaltamento e construção dos túneis trouxe conforto e segurança aos usuários da estrada.
O primeiro conjunto de túneis para quem faz o caminho no sentido serra x litoral é o chamado “Túnel da Reversão”, onde além do túnel temos um impressionante mirante com área de refugio e estacionamento, localizado no lado de saída do túnel, no sentido serra x litoral.
Do mirante se tem uma visão deslumbrante da Serra do Pinto e da estrada que segue vencendo o forte desnível ligando com a região do Litoral. Sem duvida um ponto de parada obrigatória para um descanso, fazer fotos de lembrança e admirar a impressionante paisagem.
O caminho para o litoral via Rota do Sol é uma opção para quem não tem pressa de chegar e quer se permitir fugir da rotina do transito pesado da BR-290 “Free-Way” para conhecer novas paisagens, e se deliciar com o ar puro da serra.
É um trajeto para ser feito sem pressa, saindo de Porto Alegre em direção à RS-020 passando por Taquara, São Francisco de Paula e seguindo em direção a Cambara do Sul, até o entroncamento com a Rota do Sol na localidade de Tainhas. Este trajeto acrescenta em torno de 60km na distancia entre Porto Alegre e Torres, mas para quem estiver disposto a fazer este passeio, isso é o que menos importa.
A Rota do Sol está completamente asfaltada, e o que é melhor, asfalto novo, boa sinalização, e muitas bancas, restaurantes e cafés ao longo do caminho convidando o viajante a uma paradinha para descanso.Uma opção imperdível neste sentido fica já no entroncamento da RS-020 com a Rota do Sol, que é o restaurante Café Tainhas. Impossível passar ali e não parar para experimentar o pastel de queijo serrano quentinho, frito na hora, acompanhado de uma saborosa xícara de café com leite.
Atravessando inicialmente uma região de campos limpos, com paisagens típicas dos Campos de Cima da Serra, logo chegamos à grande atração da Rota do Sol que são o conjunto de túneis e viadutos construídos para a transposição da Serra do Pinto. Sem duvida uma obra fantástica de engenharia que levou anos para ser executada cortando montanhas e vencendo ribanceiras para garantir uma ligação pavimentada entre a serra e o litoral gaúcho.Obviamente devia ser muito mais emocionante e divertido antes do asfaltamento, na antiga estradinha de terra e pedras que em alguns trechos ainda é possível ser avistada ao lado da rodovia, mas o asfaltamento e construção dos túneis trouxe conforto e segurança aos usuários da estrada.
O primeiro conjunto de túneis para quem faz o caminho no sentido serra x litoral é o chamado “Túnel da Reversão”, onde além do túnel temos um impressionante mirante com área de refugio e estacionamento, localizado no lado de saída do túnel, no sentido serra x litoral.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
"POR AI" 04 - CACHOEIRA DOS VELHO, CAMBARA DO SUL
A região dos Campos de Cima da Serra abriga uma quantidade imensa de verdadeiros tesouros da natureza, paisagens indescritiveis e pouco conhecidas. Um destes tesouros inexplorados é o tema deste post da série "Por Ai".
A Cachoeira dos Velho está localizada numa área particular, a Fazenda dos Velho, com acesso a partir da fabrica Celulose Cambará entrando à direita na estradinha de terra após cruzar o rio em frente à fabrica. Infelizmente a visitação depende de se obter permissão para acesso à fazenda junto aos proprietarios.
Devido ao isolamento do local, não é costumeira a visitação de turistas, o que torna a cachoeira absolutamente desconhecida, não figurando nem mesmo entre as "atrações turisticas" tipicamente destacadas nos sites de turismo sobre a região dos Campos de Cima da Serra.

O visual é simplesmente espetacular. O silencio absoluto só é quebrado pelo barulho das águas despencando em meio às pedras.
A Cachoeira dos Velho é uma das cachoeiras mais impressionantes e bonitas que eu conheço.
Não é tão alta como por exemplo a Cascata do Chuvisqueiro em Riozinho, nem possui a sequencia de quedas e o volume de água do Cachoeirão dos Venancios também em Cambará. Sua beleza maior está no seu isolamento, na paisagem intocada a sua volta, nos campos e morros, enfim, neste cenário tipico dos Campos de Cima da Serra onde o pequeno arroio corre sobre as lajes em meio ao campo e finalmente despeja suas águas sobre o penhasco formando a Cachoeira dos Velho.
Desnecessário dizer que a água é absurdamente limpa e gelada. Para os mais corajosos, a descida até a base da cachoeira é bastante fácil, por uma caminhada curta pelo campo, possibilitando nos dias de verão um banho gelado.

Para se chegar à cachoeira a partir da sede da fazenda, não existe estrada, o caminho é pelo campo mesmo e só se chega até ela por longa caminhada, a cavalo, ou de jipe 4x4.
A distancia da entrada junto à Celulose Cambará até a Cachoeira dos Velho é de aproximadamente 12km, a maior parte cruzando campos e trilhas, e as coordenadas aproximadas da cachoeira são 28°58'2.88"S 49°57'49.85"O, para quem quiser fazer uma "visita virtual" pelo Google Earth.
A Cachoeira dos Velho está localizada numa área particular, a Fazenda dos Velho, com acesso a partir da fabrica Celulose Cambará entrando à direita na estradinha de terra após cruzar o rio em frente à fabrica. Infelizmente a visitação depende de se obter permissão para acesso à fazenda junto aos proprietarios.
Devido ao isolamento do local, não é costumeira a visitação de turistas, o que torna a cachoeira absolutamente desconhecida, não figurando nem mesmo entre as "atrações turisticas" tipicamente destacadas nos sites de turismo sobre a região dos Campos de Cima da Serra.

O visual é simplesmente espetacular. O silencio absoluto só é quebrado pelo barulho das águas despencando em meio às pedras.
A Cachoeira dos Velho é uma das cachoeiras mais impressionantes e bonitas que eu conheço.
Não é tão alta como por exemplo a Cascata do Chuvisqueiro em Riozinho, nem possui a sequencia de quedas e o volume de água do Cachoeirão dos Venancios também em Cambará. Sua beleza maior está no seu isolamento, na paisagem intocada a sua volta, nos campos e morros, enfim, neste cenário tipico dos Campos de Cima da Serra onde o pequeno arroio corre sobre as lajes em meio ao campo e finalmente despeja suas águas sobre o penhasco formando a Cachoeira dos Velho.
Desnecessário dizer que a água é absurdamente limpa e gelada. Para os mais corajosos, a descida até a base da cachoeira é bastante fácil, por uma caminhada curta pelo campo, possibilitando nos dias de verão um banho gelado.
Para se chegar à cachoeira a partir da sede da fazenda, não existe estrada, o caminho é pelo campo mesmo e só se chega até ela por longa caminhada, a cavalo, ou de jipe 4x4.
A distancia da entrada junto à Celulose Cambará até a Cachoeira dos Velho é de aproximadamente 12km, a maior parte cruzando campos e trilhas, e as coordenadas aproximadas da cachoeira são 28°58'2.88"S 49°57'49.85"O, para quem quiser fazer uma "visita virtual" pelo Google Earth.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
"POR AI" 03 - CASCATA DO CHUVISQUEIRO, RIOZINHO
A dica de "passeio ecológico" de hoje é uma visita à Cascata do Chuvisqueiro, localizada no municipio de Riozinho.
Riozinho está distante 105km da capital Porto Alegre e pode ser acessada a partir de Gravataí via RS-020 seguindo em direção ao municipio de Taquara, onde o visitante deve então entrar à direita tomando a RS-474 que o levará a Rolante e poucos quilometros depois ao centro da pequena cidade de Riozinho.
Uma vez em Riozinho, o visitante encontrará diversas placas orientativas indicando o caminho a seguir até o Chuvisqueiro. São 16km de estrada estreita de terra e muita pedra, em meio a uma região de muito verde e muitos morros, que vale a pena ser percorrida de janela aberta e bem devagar curtindo a paisagem.

Riozinho está distante 105km da capital Porto Alegre e pode ser acessada a partir de Gravataí via RS-020 seguindo em direção ao municipio de Taquara, onde o visitante deve então entrar à direita tomando a RS-474 que o levará a Rolante e poucos quilometros depois ao centro da pequena cidade de Riozinho.
Uma vez em Riozinho, o visitante encontrará diversas placas orientativas indicando o caminho a seguir até o Chuvisqueiro. São 16km de estrada estreita de terra e muita pedra, em meio a uma região de muito verde e muitos morros, que vale a pena ser percorrida de janela aberta e bem devagar curtindo a paisagem.

Chegando na cascata, o visitante se depara com a majestosa e ruidosa queda d'água de 70m formando um poço que pode ser usado para banho, com o devido cuidado. Também encontra uma área de estacionamento próxima à cascata, e uma estrutura básica com algumas churrasqueiras, banheiros e uma lanchonete. Mas o legal mesmo é levar o velho isopor com as bebidas geladas e o lanche para um gostoso piquenique na grama.
Além da Cascata do Chuvisqueiro, o visitante mais disposto a caminhadas também encontra na região algumas trilhas em meio à mata fechada. Para quem não tem esta disposição, muita sombra para descansar e harmonizar com a natureza (talvez nem tanto em finais de semana de verão e feriados, quando a cascata costuma ser bastante procurada e infelizmente alguns frequentadores não entendem o espirito de paz predominante ali e teimam em quebrar a harmonia com musica em alto volume de seus carros).
De toda forma, para os adeptos do contato com a natureza e suas paisagens, a Cascata do Chuvisqueiro em Riozinho merece e muito uma visita de um dia, não apenas pela cascata em si mas pela linda e preservada região onde está.
Além da Cascata do Chuvisqueiro, o visitante mais disposto a caminhadas também encontra na região algumas trilhas em meio à mata fechada. Para quem não tem esta disposição, muita sombra para descansar e harmonizar com a natureza (talvez nem tanto em finais de semana de verão e feriados, quando a cascata costuma ser bastante procurada e infelizmente alguns frequentadores não entendem o espirito de paz predominante ali e teimam em quebrar a harmonia com musica em alto volume de seus carros).
De toda forma, para os adeptos do contato com a natureza e suas paisagens, a Cascata do Chuvisqueiro em Riozinho merece e muito uma visita de um dia, não apenas pela cascata em si mas pela linda e preservada região onde está.
Para quem tem GPS ou para aqueles que quiserem dar uma conferida virtual pelo Google Earth, as coordenadas da Cascata do Chuvisqueiro são 29°34'52.67"S 50°25'31.26"O
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
"POR AI" 02 - VINHOS DOS ALTOS MONTES, NOVA PADUA
Seguindo a série de pequenos posts, a "Dica do Dia" é sobre a região da serra entre os municipios de Flores da Cunha, Nova Padua e Nova Roma, que já foi motivo de post no blog, neste link:
http://oscaminhosdosul.blogspot.com/2010/05/nova-padua-abril-de-2006.html
Uma época legal para visitar a região é no verão, entre janeiro e fevereiro, justamente durante a "vindima" ou colheita da uva.
Os parreirais estão carregados, e à medida que se anda pelas inumeras estradinhas secundárias que cortam a região, o aroma da uva vai se impregnando na nossa memória. Uma sensação maravilhosa que vale a pena ser vivida, é parar o carro à margem de um vinhedo, e se deixar levar pelo silencio, pela tranquilidade, o ar puro e perfumado pelo aroma da uva.
Aqui, na foto, uma das muitas vinicolas a beira da estrada, localizada entre Flores da Cunha e Nova Padua, a Vinhos Fabian, e seu bonito prédio.

Nos links abaixo, maiores informações sobre as cidades, as vinicolas, os roteiros de turismo da região:
http://www.apromontes.com.br/
http://www.vinhosfabian.com.br/
http://oscaminhosdosul.blogspot.com/2010/05/nova-padua-abril-de-2006.html
Uma época legal para visitar a região é no verão, entre janeiro e fevereiro, justamente durante a "vindima" ou colheita da uva.
Os parreirais estão carregados, e à medida que se anda pelas inumeras estradinhas secundárias que cortam a região, o aroma da uva vai se impregnando na nossa memória. Uma sensação maravilhosa que vale a pena ser vivida, é parar o carro à margem de um vinhedo, e se deixar levar pelo silencio, pela tranquilidade, o ar puro e perfumado pelo aroma da uva.
Aqui, na foto, uma das muitas vinicolas a beira da estrada, localizada entre Flores da Cunha e Nova Padua, a Vinhos Fabian, e seu bonito prédio.
Nos links abaixo, maiores informações sobre as cidades, as vinicolas, os roteiros de turismo da região:
http://www.apromontes.com.br/
http://www.vinhosfabian.com.br/
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
"POR AI" 01 - BARRAGEM DO BLANG
Com este post, inicio uma nova série de postagens que vou chamar de "Por Ai".
A idéia é essa mesmo, rápidos instantâneos de lugares variados, que vou pingando aqui no Blog aos pouquinhos, em meio aos relatos completos de viagens e aventuras.
Nestes posts, serão apresentados uma breve descrição e algumas imagens, servindo como "dica" e incentivo a quem queira conhecer o lugar.
O primeiro da série é um lugar muito bacana localizado a 15km da cidade de São Francisco de Paula, com acesso razoável por estrada de chão e bastante pedra, mas apesar disso acessivel a qualquer tipo de automóvel. Este lugar é a Barragem do Blang.
A foto abaixo retrata uma situação inusitada e um momento incomum, e foi por isso escolhida para este post. Foi tirada NO INTERIOR da barragem, que estava absolutamente seca. Isso foi em Julho de 2004, durante uma forte seca que o estado do RS enfrentava.
Um cenário triste e desolador. Ali onde estávamos, o normal seria uma lâmina dágua de vários metros de altura.
Para comparação, esta foto foi feita em Abril de 2007, com a barragem em seu nivel normal de operação. A foto foi tirada da passarela sobre a barragem, que dá acesso à casa de manobras das valvulas das comportas.
Esta outra foto tbém de 2004, dá uma idéia do quanto o lago da barragem estava seco. Em nivel normal, a água margeia as árvores lá no fundo da foto.
De cima da barragem, vemos o "passo" por onde a estrada cruza em frente à barragem e segue em direção da Barragem da Divisa, e o tubo de descarga das comportas por onde o fluxo de água é controlado e conduzido.
A idéia é essa mesmo, rápidos instantâneos de lugares variados, que vou pingando aqui no Blog aos pouquinhos, em meio aos relatos completos de viagens e aventuras.
Nestes posts, serão apresentados uma breve descrição e algumas imagens, servindo como "dica" e incentivo a quem queira conhecer o lugar.
O primeiro da série é um lugar muito bacana localizado a 15km da cidade de São Francisco de Paula, com acesso razoável por estrada de chão e bastante pedra, mas apesar disso acessivel a qualquer tipo de automóvel. Este lugar é a Barragem do Blang.
A foto abaixo retrata uma situação inusitada e um momento incomum, e foi por isso escolhida para este post. Foi tirada NO INTERIOR da barragem, que estava absolutamente seca. Isso foi em Julho de 2004, durante uma forte seca que o estado do RS enfrentava.
Um cenário triste e desolador. Ali onde estávamos, o normal seria uma lâmina dágua de vários metros de altura.
Para comparação, esta foto foi feita em Abril de 2007, com a barragem em seu nivel normal de operação. A foto foi tirada da passarela sobre a barragem, que dá acesso à casa de manobras das valvulas das comportas.
Esta outra foto tbém de 2004, dá uma idéia do quanto o lago da barragem estava seco. Em nivel normal, a água margeia as árvores lá no fundo da foto.
De cima da barragem, vemos o "passo" por onde a estrada cruza em frente à barragem e segue em direção da Barragem da Divisa, e o tubo de descarga das comportas por onde o fluxo de água é controlado e conduzido.
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